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Prova forense digital

Print, áudio e vídeo só têm peso no processo quando alguém consegue demonstrar de onde vieram e que não foram editados. É esse trabalho que fazemos, tanto para produzir a prova quanto para derrubar a da outra parte.

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Cada foto tirada, aplicativo instalado ou atualização sobrescreve espaço na memória, e o que é sobrescrito não volta. Restaurar de fábrica costuma encerrar a chance de recuperação. Desligue o aparelho e fale conosco antes de mexer.

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Por que um print sozinho não prova nada

Uma captura de tela pode ser montada em minutos com ferramentas gratuitas, e a parte contrária sabe disso. Sem origem demonstrada, sem metadados e sem laudo, o print vira palavra contra palavra. O trabalho pericial recupera a mensagem na fonte, documenta o caminho até ela e transforma a imagem em prova sustentável.

Como se verifica adulteração

A análise combina exame dos metadados do arquivo, avaliação de compressão e ruído, verificação de consistência interna da imagem ou do áudio, e comparação com a fonte original quando disponível. Nem toda edição é detectável, e um laudo honesto diz o que foi possível concluir e o que ficou em aberto.

Produzir e contestar

Atuamos dos dois lados. Produzindo: extraímos a prova da fonte, documentamos e entregamos pronta para juntada. Contestando: analisamos o material apresentado pela outra parte em busca de indícios de edição, inconsistência de metadados, origem duvidosa ou falha na cadeia de custódia, que muitas vezes é o ponto mais frágil.

Assistência técnica em perícia judicial

Quando o juízo nomeia perito oficial, cada parte pode indicar assistente técnico. O assistente acompanha os trabalhos, formula quesitos, e apresenta parecer divergente quando discorda das conclusões. É uma etapa frequentemente desperdiçada por falta de apoio técnico no momento certo.

Cadeia de custódia, na prática

A cadeia de custódia é o registro de tudo que aconteceu com o material desde que chegou às nossas mãos: recebimento com conferência e fotografia, trabalho sobre cópia, exame documentado passo a passo, laudo assinado e devolução com novo protocolo. É esse rastro que responde à pergunta inevitável sobre manipulação.

Perguntas frequentes

Print de WhatsApp serve como prova?

Serve como indício. Vira prova robusta quando acompanhado de extração da fonte e laudo que descreve o método e a custódia do material.

Dá para provar que um áudio foi editado?

Em muitos casos sim, por análise de continuidade, compressão e metadados. Quando não é possível afirmar, o laudo registra isso com clareza.

Vocês atuam como assistente técnico?

Sim, acompanhando a perícia oficial, formulando quesitos e apresentando parecer divergente quando cabe.

Atendem em todo o Brasil?

Sim. O exame é feito em laboratório e o laudo é entregue assinado digitalmente, então a distância não interfere no serviço.

Print de WhatsApp vale como prova na Justiça do Trabalho?

Pode valer, mas é a prova mais fácil de contestar. Se a outra parte diz que a conversa foi montada, quem apresentou precisa demonstrar que ela é íntegra. A autenticação pericial, ou a ata notarial para conteúdo ainda disponível, é o que dá segurança ao print no processo trabalhista e no cível.

O que os tribunais têm decidido sobre print de conversa?

A tendência, inclusive no STJ, é exigir garantia de integridade da prova digital. Print sem como verificar a origem já foi descartado em processo, principalmente quando não havia cadeia de custódia do material. Por isso o laudo descreve de onde veio o arquivo e o que foi feito com ele.

Quem executa cada parte do trabalho?

A perícia é feita por nós, em laboratório próprio, e o laudo é assinado pelo perito responsável. Quando o caso exige acompanhamento de rua, ele fica com um investigador credenciado da nossa rede naquela cidade, registrado conforme a Lei nº 13.432/2017. Você sabe desde o começo quem faz o quê.

O trabalho é sigiloso?

Sim. O contato é direto com o responsável técnico, o caso não é comentado com terceiros e o material fica sob guarda controlada. Nenhum cliente é citado no site, nem como depoimento.

A prova serve na Justiça?

Serve quando é obtida dentro da lei e documentada corretamente. É exatamente por isso que o laudo descreve o método usado e a cadeia de custódia do material, do recebimento à devolução.

Fale com quem vai cuidar do caso

A primeira conversa é sigilosa e sem compromisso. Você explica a situação e recebe uma resposta honesta sobre o que dá e o que não dá para fazer.